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CPI do Tráfico de Pessoas no Pará | Entre a Fantasia e a Realidade, o Pará é o campeão de ocorrências.

13 de dezembro de 2012

Os parlamentares do PSOL-PA, Marinor Brito, vereadora eleita e o deputado estadual Edmilson Rodrigues acompanharam a cerimônia de apresentação do relatório da CPI do Tráfico de Pessoas no Pará, onde o Estado é o campeão na ocorrência desse tipo de crime.

Por Willys LinsEdmilson Rodrigues e Marinor Birito na CPI do Tráfico Humano

Realizada na manhã desta quinta-feira (13), a cerimônia de apresentação do relatório final da CPI do Tráfico Humano no Pará contou com a presença de boa parte do primeiro Escalão do Governo do Estado e outras autoridades do Poder Legislativo e Judiciário do Estado.

Muito bem ensaiada a troca de gentilezas e amenidades entre as autoridades do governo Jatene (PSDB) presentes, poderia parecer, para qualquer cidadão desavisado que estivesse no plenário do auditório da ALEPA, que o Estado do Pará tem em seu aparelho de segurança e gestão das mais variadas políticas públicas distribuídas por todas as Pastas do Governo do Pará um sistema de informação catalogado sobre o tema, funcionamento permanente, prevenção e combate ao mercado do Tráfico de Pessoas, que segundo relatório parcial da CPI do Senado feito pela ex-senadora Marinor Brito (PSOL-PA) que investigou em 2011 o mesmo objeto, que movimenta no mundo algo em torno de $ 3 bilhões de dólares/ano.

Destoante de todas as falas, o pronunciamento da Educadora Maria de Nazaré Sá de Oliveira, representante da Escola de Conselhos da UFPA, única representante do movimento social com assento no evento, Maria Sá foi categórica ao afirmar que os órgãos gestores da temática no Estado, mal dão conta de garantir o funcionamento dos conselhos tutelares existentes na capital, e não tem noção da realidade de total desestrutura dos mesmos no interior do Pará.

Segundo a Educadora, o Estado tem que pensar em capacitação, aprimorar os canais de comunicação com os diversos órgãos que tratam da temática e não tratar o caso, que é sério, como caso de polícia, disse.

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