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Edmilson na luta pela Universidade do Marajó

“A conquista da Universidade Federal do Marajó (UnM) requer uma ação política mais concreta e imediata”, destacou o deputado estadual Edmilson Rodrigues, durante a sessão especial que debateu a criação dessa instituição, no auditório João Batista da Assembleia legislativa do Pará, nesta segunda-feira, 11.

Edmilson parabenizou o movimento Marajó Forte pela luta que busca avanços para aquela região detentora dos piores índices de desenvolvimento social do país. “A educação tem que ser o eixo estruturante em todos os níveis. As universidades existentes já estão fragilizadas pela falta de investimentos. Estão esvaziando a UEPA (Universidade do Estado do Pará), a carreira de professor (da UEPA) não foi implantada até hoje”, observou. Ele também falou das dificuldades para o Executivo cumprir as emendas parlamentares destinadas ás universidades e defendeu que os deputados estaduais apresentem emendas que garantam recursos para o Movimento Marajó Forte, em 2014.

O reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Carlos Maneschy, apresentou o projeto de criação da UnM, que será apresentado ao Ministério da Educação. Ele também alertou que essa reivindicação não será atendida logo em razão da lista de prioridades do MEC para o ensino superior, que incluir obras de expansão das universidades em todo o país. “Creio que a universidade do Marajó não sairá em 2013 e nem em 2014. Serão necessários unidade política e emendas da bancada federal do Pará capazes de garantir os recursos necessários”, defendeu.

Ele ainda apontou que, prioritariamente, é necessário resolver o entrave do ensino médio no Marajó, onde 130 mil alunos deixaram de frequentar a escola. Apenas 16 mil estão cursando no delta do Amazonas, dentre os meio milhão de habitantes que possui. O dirigente do Movimento Marajó Forte, Ricardo Fialho, assevera que a geografia da ilha dificulta o acesso ao ensino técnico profissionalizante, ao ensino médio e ao superior. “Reivindicamos polos da UEPA e da UFPA e a implantação da UnM com polos multicampi.”

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